quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Ilhéus promove seminário sobre mobilização social pela educação

Do R2cpress

Nesta quinta-feira (11), das 14 às 17 horas, será realizado em Ilhéus um Seminário voltado para comemorar o Dia Municipal da Mobilização Social pela Educação, tendo como temas o “Acesso, permanência e sucesso escolar”, sob a responsabilidade da palestrante Gilvânia Nascimento, presidente do Conselho Municipal de Educação, e “Violência Escolar”, com o capitão Adriano Jácome. O evento está agendado para o auditório do Escritório Local da Ceplac, na Praça Cairu, centro.

O seminário faz parte do Programa MP e os Objetivos do Milênio: Saúde e Educação para Todos, numa parceria do Ministério Público e o Conselho do Fundeb, e ainda com a participação do Comitê de Mobilização Social pela Educação, Prefeitura de Ilhéus, Direc-6, Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI), Ministério Público do Trabalho, Conselho Municipal da Educação e Conselho da Alimentação Escolar.

O seminário seguirá o seguinte roteiro: 13 horas, acolhimento com apresentação dos músicos Luciano e Sérgio Nogueira; 14 horas, mesa de abertura; 14h20min, formação da primeira mesa de debates; 15h30min, formação da segunda mesa de debates; 16h40min, encerramento dos trabalhos, com professora Gilvânia Nascimento; 16h50min, apresentação de hip-hop; 17 horas, cofee-break.

Paralelo ao seminário, no mesmo dia acontecem várias atividades de saúde e prevenção nas escolas das redes municipal e estadual, com apresentação do Plataforma da Solidariedade (do Gapa Bahia), e o grupo de teatro Fala Sério, do Nepsi.

Professora baiana vai receber prêmio

Do Jornal A Região

A professora de língua portuguesa Adriana Rodrigues de Almeida Oliveira, da Escola Municipal de Caimbongo, foi um dos dez educadores a vencer o Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. 

Ela atua em Ibitiara, Bahia, e foi reconhecida pela alta qualidade do projeto “Ler para estudar: aves em extinção no Brasil”. Além da professora, outros nove educadores venceram a categoria Educador Nota 10, e um gestor escolar foi o Gestor Nota 10. 

A premiação da 14ª edição do prêmio será no dia 17 de outubro, na Sala São Paulo, às 19h. 
“O Prêmio tem como objetivo identificar, valorizar e divulgar bons trabalhos realizados nas escolas por professores, diretores, coordenadores pedagógicos e orientadores educacionais brasileiros”, afirma Angela Dannemann, diretora da Fundação Victor Civita. 

Neste ano, cerca de 3 mil professores, coordenadores pedagógicos e diretores escolares de todos os estados inscreveram projetos. A escolha dos dez professores e do gestor foi realizada por uma equipe de selecionadores, especialistas em suas disciplinas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Melhoria do ambiente escolar é debatida durante reunião no IME.


Do Jornal Foco Regional


Fortalecer uma grande parceria com os diversos órgãos competentes do município com o objetivo de promover a melhoria do ambiente escolar que, cada vez mais, vivencia inúmeras transgressões praticadas por educandos. Esta foi a proposta central de uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira (3), no Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne (IME-Centro), localizado na avenida Canavieiras, em Ilhéus. O encontro contou com a presença da secretária municipal de Educação, Lidiney Campos, da promotora de Justiça Karina Cherubini, do diretor-geral do IME, Eduardo Souza, e da supervisora-pedagógica Célia Miranda, além de representantes do Colegiado Escolar, dos pais de alunos no Colegiado Escolar, da Polícia Militar e do Conselho Tutelar.


“Nosso desejo é passar a contar, de forma mais efetiva, com estes parceiros institucionais visando sanar ou pelo menos amenizar os diversos problemas ligados ao comportamento inadequado de alguns alunos”, explica a secretária Lidiney Campos. Segundo ela, o principal desdobramento do encontro deverá ser o estabelecimento de algumas medidas sócioeducativas, instrumentos que poderão ser utilizados pelo IME com a finalidade de coibir excessos e situações que deponham contra o bom andamento do processo de ensino-aprendizagem. “As normas existem para regular as relações entre os diversos grupos e indivíduos. Assim, quando o aluno entra na escola ele precisa entender que também precisa observar determinadas regras”, completa Lidiney, acrescentando que a idéia é levar a iniciativa para as demais unidades.


Falando acerca das contribuições de cada instituição, a supervisora pedagógica Célia Miranda disse que o Ministério Público estadual pode contribuir respaldando as medidas sócioeducativas implementadas. Já a Polícia Militar, na visão da educadora, pode ajudar reforçando ações preventivas, como, por exemplo, a ronda escolar. “Com relação ao Conselho Tutelar, buscamos uma maior proximidade e respostas frequentes para os diversos tipos de intervenções pedagógicas. No que concerne ao colegiado escolar, a expectativa é de que ele continue fiscalizando todas as ações desenvolvidas na unidade. Por fim, os pais podem e devem fazer o que deles se espera. Ou seja, educar, acompanhar e exigir de seus filhos uma mudança de comportamento”, comentou.


IME-Centro - O Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne (IME-Centro), uma das instituições educacionais mais tradicionais e importantes de Ilhéus, possui 1.640 alunos, distribuídos nos três turnos do dia. Além de atender alunos da 5ª à 8ª séries,                   a escola também trabalha com estudantes do Eja (Educação de Jovens e Adultos).

domingo, 7 de agosto de 2011

Ilhéus prepara o I Seminário de Mobilização Social pela Educação

Mobilizadores de Ilhéus programam atividades do Seminário

Representantes do Ministério Público, da gestão pública da educação e demais órgãos de governo de áreas correlatas, além de educadores e integrantes do Comitê de Mobilização Social pela Educação de Ilhéus, no Sul da Bahia, estiveram reunidos nesta terça-feira, 02 de agosto, na sede da 8ª Promotoria de Justiça da cidade para concluir as discussões pertinentes à organização do I Seminário de Mobilização Social pela Educação do município. O evento será promovido no dia 11 de agosto de 2011.

Além dos mobilizadores, participaram da reunião membros da Associação dos Professores e Profissionais de Educação de Ilhéus (APPI); das secretarias municipais de Educação e de Governo; dos conselhos municipais de Educação, de Meio Ambiente e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O Seminário será realizado das 14h às 17h, no auditório da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac), localizado no Centro de Ilhéus. A programação do evento contará com exposição conduzida pela presidente do Conselho Municipal de Educação, professora Gilvânia Nascimento, sobre o tema Acesso, Permanência e Sucesso Escolar. Outra palestra prevista para o Seminário envolverá abordagem sobre o tema Violência Escolar que será conduzida pelo capitão da Polícia Militar da Bahia, Adriano Jácome.

Além de abordagens sobre a importância da Interação família-escola-comunidade para a melhoria da qualidade da Educação, as atividades do Seminário são desenvolvidas no âmbito das ações do Programa O Ministério Público e os Objetivos do Milênio, que tem como objetivo mobilizar o poder público, os colegiados de controle social e a sociedade para a garantia do direito social à Educação Básica.

A escolha da data para a realização do Seminário ocorreu em função do Dia de Mobilização Social pela Educação de Ilhéus, que é instituído pela Lei Municipal nº 3.545, de 09 de junho de 2011.

Com informações de Karina Gomes Cherubini divulgadas no blog O Ministério público e os Objetivos do Milênio.

Paralisação Nacional de Professores altera calendário do Programa O MP e os Objetivos do MIlênio

Diante da realização de uma paralisação nacional de professores no dia 16 de agosto de 2011, a visita que seria realizada nas escolas municipais de Ilhéus pelos integrantes do Programa O MP e os Objetivos do Milênio foi cancelada.

Nova data de visita às escolas de Ponta da Tulha, Aderno, Juerana e Retiro será definida. Não haverá prejuízo à execução do Programa, pois seu calendário permite flexibilidade.
Acompanhe o calendário de fiscalizações:

DATA
HORÁRIO
ESCOLAS
12-07-2011
8h
Pinóquio, Basílio e IME - REALIZADA
26-07-2011
14h
Barão de Macaúbas, IME Pontal, Eduardo Catalão - REALIZADA
16-08-2011
8h
Aderno, Ponta da Tulha, Juerana e  Retiro- A SER REMARCADA
30-08-2011
8h
Salobrinho
13-09-2011
8h
Tupinambá de Olivença
04-10-2011
8h
Aritaguá I e Grupo Escolar do Iguape
18-10-2011
14h
Barra do Itaípe, Paulo Américo e Pequeno Davi
08-11-2011
8h
Moisés Bohana e Creche Dom Eduardo

sábado, 6 de agosto de 2011

Faltas por motivos de saúde custam R$ 2 bi à educação

Estimativa se refere a gastos com faltas e licenças de professores e funcionários da rede estadual; cerca de 20% se ausentam por ano
Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
As faltas e licenças por motivos de saúde dos professores e funcionários da rede estadual de São Paulo custam, anualmente, uma média de R$ 2 bilhões aos cofres do governo. Aproximadamente 20% da força de trabalho contratada da Secretaria Estadual de Educação esteve ausente, durante o período letivo, por razões relacionadas à saúde.
Andre Lessa/AE-10/2/2011
Andre Lessa/AE-10/2/2011
Vínculo prejudicado. Relação do aluno com o professor é importante para o aprendizado
As constatações estão na pesquisa "Faltas e licenças médicas: o absenteísmo na Secretaria de Estado da Educação de São Paulo", dissertação de mestrado de Mário Augusto Porto publicada no fim de julho. Ele utilizou todo o banco de dados da pasta, que reúne informações de todas as 91 diretorias de ensino, entre maio de 2008 e julho de 2009.
"O valor de R$ 2 bilhões é uma estimativa em cima da folha de pagamento da secretaria, que custa em torno de R$ 10 bilhões", afirma Porto.

Em 2008, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que limita em até seis por ano o número de faltas dos servidores estaduais para consultas médicas.
O estudo também constatou que os afastamentos por motivos de saúde se concentram nos meses letivos - em janeiro, por exemplo, quase não há faltas e licenças registradas. Para Porto, o maior prejuízo é pedagógico.
"O aprendizado do aluno também se dá pelo vínculo que ele constrói com o professor, que deve estar ali, presente", explica. "Além disso, os investimentos feitos com a formação continuada dos docentes podem ser perdidos, porque são chamados substitutos de fora da rede para cobrir as aulas dos afastados."

Para Rosemeire Reis da Silva, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e especialista no ofício docente, a questão das faltas é complexa. "Por um lado, há o prejuízo pedagógico, porque o aluno precisa do vínculo com o professor e a continuidade do trabalho fica comprometida", explica. "Mas não se pode culpar o profissional. Há muitos estudos sobre o mal-estar docente, que mostram que eles não se sentem valorizados nem reconhecidos."

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação afirma que tem implementado ações para melhorar as condições de trabalho e reduzir o absenteísmo. A pasta destaca ações preventivas, como o programa São Paulo Educação com Saúde, cujo objetivo é "promover a saúde dos professores e realizar o diagnóstico precoce dos servidores". O programa tem um investimento de R$ 27 milhões e deve beneficiar, em sua primeira etapa, 65 mil funcionários. A secretaria afirma também que oferece suporte para profissionais que apresentam algum problema de saúde.

Doenças. Segundo Porto, a maior parte das faltas e licenças por motivos de saúde são motivadas por problemas psiquiátricos. "Estudos mostram que as principais causas de afastamentos por motivos de saúde são por transtornos mentais, seguidos por doenças relacionadas a dores musculares", explica.

A advogada Andreia dos Santos Luiz, que atua no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), concorda. "Isso ocorre especialmente por conta das pressões, ritmo de trabalho e falta de valorização que os docentes enfrentam", afirma.
Professores que já se afastaram do trabalho por motivos de saúde concordam. "A qualidade de vida do professor mudou muito nos últimos anos. São muitas frustrações", afirma o professor de ciências José Andrade, de 43 anos, há 22 na rede. Atualmente, ele leciona, mas já ficou afastado por causa de depressão.

Faltas por motivos de saúde custam R$ 2 bi à educação

Estimativa se refere a gastos com faltas e licenças de professores e funcionários da rede estadual; cerca de 20% se ausentam por ano

Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
As faltas e licenças por motivos de saúde dos professores e funcionários da rede estadual de São Paulo custam, anualmente, uma média de R$ 2 bilhões aos cofres do governo. Aproximadamente 20% da força de trabalho contratada da Secretaria Estadual de Educação esteve ausente, durante o período letivo, por razões relacionadas à saúde.
Andre Lessa/AE-10/2/2011
Andre Lessa/AE-10/2/2011
Vínculo prejudicado. Relação do aluno com o professor é importante para o aprendizado
As constatações estão na pesquisa "Faltas e licenças médicas: o absenteísmo na Secretaria de Estado da Educação de São Paulo", dissertação de mestrado de Mário Augusto Porto publicada no fim de julho. Ele utilizou todo o banco de dados da pasta, que reúne informações de todas as 91 diretorias de ensino, entre maio de 2008 e julho de 2009.
"O valor de R$ 2 bilhões é uma estimativa em cima da folha de pagamento da secretaria, que custa em torno de R$ 10 bilhões", afirma Porto.

Em 2008, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que limita em até seis por ano o número de faltas dos servidores estaduais para consultas médicas.
O estudo também constatou que os afastamentos por motivos de saúde se concentram nos meses letivos - em janeiro, por exemplo, quase não há faltas e licenças registradas. Para Porto, o maior prejuízo é pedagógico.
"O aprendizado do aluno também se dá pelo vínculo que ele constrói com o professor, que deve estar ali, presente", explica. "Além disso, os investimentos feitos com a formação continuada dos docentes podem ser perdidos, porque são chamados substitutos de fora da rede para cobrir as aulas dos afastados."

Para Rosemeire Reis da Silva, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e especialista no ofício docente, a questão das faltas é complexa. "Por um lado, há o prejuízo pedagógico, porque o aluno precisa do vínculo com o professor e a continuidade do trabalho fica comprometida", explica. "Mas não se pode culpar o profissional. Há muitos estudos sobre o mal-estar docente, que mostram que eles não se sentem valorizados nem reconhecidos."

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação afirma que tem implementado ações para melhorar as condições de trabalho e reduzir o absenteísmo. A pasta destaca ações preventivas, como o programa São Paulo Educação com Saúde, cujo objetivo é "promover a saúde dos professores e realizar o diagnóstico precoce dos servidores". O programa tem um investimento de R$ 27 milhões e deve beneficiar, em sua primeira etapa, 65 mil funcionários. A secretaria afirma também que oferece suporte para profissionais que apresentam algum problema de saúde.

Doenças. Segundo Porto, a maior parte das faltas e licenças por motivos de saúde são motivadas por problemas psiquiátricos. "Estudos mostram que as principais causas de afastamentos por motivos de saúde são por transtornos mentais, seguidos por doenças relacionadas a dores musculares", explica.

A advogada Andreia dos Santos Luiz, que atua no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), concorda. "Isso ocorre especialmente por conta das pressões, ritmo de trabalho e falta de valorização que os docentes enfrentam", afirma.
Professores que já se afastaram do trabalho por motivos de saúde concordam. "A qualidade de vida do professor mudou muito nos últimos anos. São muitas frustrações", afirma o professor de ciências José Andrade, de 43 anos, há 22 na rede. Atualmente, ele leciona, mas já ficou afastado por causa de depressão.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Saiba quem fiscaliza as verbas da educação em Ilhéus

Postado por O MP e os Objetivos do Milênio

 
Decreto nº 56, de 25 de julho de 2011.
Compõe e nomeia os conselheiros Titulares e Suplentes do Conselho Municipal do FUNDEB do Município de Ilhéus.
O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ILHÉUS, Estado da Bahia, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 72, inciso VII, da Lei Orgânica Municipal (LOMI) resolve:
DECRETA:
Art. 1º – Nomear para compor o Conselho Municipal do FUNDEB:
I – REPRESENTANTES DOS PROFESSORES
1 – Amarílio Amorim de Santana – Titular
2 – Magno Luis da Costa Oliveira – Suplente
II –REPRESENTANTES DOS PAIS
1 – Roberto de Jesus (Corsário) – Titular
2 – Reuzeanes Aranha de Santana Nascimento – Titular
3 – Marilyn Santana Lavigne – Suplente
4 – Gilliard Bonfim da Silva – Suplente
III – REPRESENTANTES DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
1 – Selma Trindade Estrela – Titular
2– Francisco Carlos Alves – Suplente
IV – REPRESENTANTES DO SINDICATO DOS PROFESSORES
1 – Osman Nogueira Junior – Titular
2 – Enilda Mendonça de Oliveira – Suplente
V – REPRESENTANTES DOS FUNCIONÁRIOS DAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
1 – Genilson Cruz – Titular
2 – Welder Santos de Jesus – Suplente
VI – REPRESENTANTES DO PODER EXECUTIVO
1 – Celiney Tavares Santos – Titular
2 – Silvana de Oliveira Penna – Suplente
3 – Rita Cristina Socorro Carvalho Machado – Titular
4 – Jorsinai de Argôlo Souza – Suplente
VII – REPRESENTATES DO CONSELHO TUTELAR
1 – Marlene Batista dos Santos –Titular
2 – Genildo Bispo dos Santos – Suplente
VIII – REPRESENTANTES DOS DIRETORES DE ESCOLAS PÚBLICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
1 – Débora Diane Souza Duarte – Titular
2 – Jamile Menezes Maron – Suplente
IX – REPRESENTANTES DOS ESTUDANTES DA EDUCAÇÃO BÁSICA PÚBLICA
1 – Líria Santos da Cruz – Titular
2 – Alan dos Santos Marinho – Titular
Art. 2° – Este decreto entrará em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º – Revogadas as disposições em contrário em ESPECIAL o decreto 031 de 24 de março de 2010.
Gabinete do Prefeito Municipal de Ilhéus, Estado da Bahia, em 25 de julho de 2011, 477º de Capitania Hereditária e 130º de Elevação à Cidade.
Newton Lima Silva
PREFEITO
Disponível em http://www.io.org.br/sitesMunicipios/temp/2011_07_28525003271.pdf?C...

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Concluídos os preparativos para o I Seminário de Mobilização Social pela Educação em Ilhéus

Em reunião realizada na 8ª Promotoria de Justiça de Ilhéus na tarde de hoje, 02 de agosto, com a presença de representantes das secretarias municipais de Educação e de Governo, Conselhos Municipais de Educação, Fundeb e Meio Ambiente, APPI e Comitê de Mobilização Social pela Educação, foram discutidas as últimas providências para o I Seminário de Mobilização Social pela Educação em Ilhéus.

O Seminário será realizado no dia 11 de agosto de 2011, das 14h às 17h, no auditório da Ceplac, Centro de Ilhéus. Entre outras atividades do evento, o tema Acesso, Permanência e Sucesso Escolar será desenvolvido pela Professora Gilvânia Nascimento, Presidente do Conselho Municipal de Educação. Já o tema Violência Escolar será analisado pelo Capitão Jácome, da Polícia Militar da Bahia.

As atividades são parte do desenvolvimento do Programa O MP e os Objetivos do Milênio, que busca a mobilização do Poder Público, colegiados de controle social e sociedade para a concretização do direito social à Educação Básica. A data foi escolhida em função do Dia de Mobilização Social pela Educação, criado pela Lei Municipal nº 3.545, de 09 de junho de 2011.